terça-feira, 12 de março de 2013

Dicas #4


            Olá novamente, agora vou tratar de estruturação do texto, acompanhem:
Obs: Usarei como tema para expor minhas ideias a leitura.
1 - Como começar?
 Escuto muito tal pergunta, é complicado, visto que uma redação é individual, não existe uma formula secreta para se criar uma redação, você deve fluir a sua, entretanto existem algumas dicas para essa pergunta, como por exemplo:
            1.1 – O jeito fácil
            Você pode começar a redação de uma maneira bem simples, nada chamativa por sinal, a qual você deverá se desprender com o tempo e prática, é o jeito “artigo” de começar, exatamente, assim como foi ensinado na pré-alfabetização. Nesse modo você usa “O” “A” e etc, mas evite a todo custo fazer “O *seu tema aqui*” isso vai te gestar um lindo zero.
            Exemplo: “O cenário no qual o jovem se desenvolve é alarmante. Isso decorre do descaso com a formação do individuo dotado de senso critico (...)
            (viu? Não usei “leitura/ato de ler” dentre outros nomes que estão diretamente ligados ao tema)
            1.2 – Comparação
            É uma maneira mais complexa, onde você compara opiniões, começando pelo senso comum e depois expondo a sua, por exemplo:
            “Se por um lado alguns atestam que é simples entender um texto, por outro alegam que a manipulação midiática não deixa espaço para o envolvimento do jovem com o que se lê” e em seguida decorra pelo assunto.
            1.3 – Afirmação / Citação
            É uma maneira muito interessante e que gesta credibilidade para o texto, visto que como já fora tratado aqui uma boa bagagem cultura é crucial para uma boa dissertação, por exemplo:
            É oportuno robustecer o pensamento de Paulo Freire quando afirma que a leitura está além da simples análise de códigos alinhados.
            Ou você pode fazer a citação diretamente, como:
            “O aluno deve estar preparado para tronar-se o sujeito do ato de ler”. Tal discurso de Paulo Freire amplifica a ideia de que a leitura está além da mecânica da alfabetização (...)

            2 – Segundo parágrafo
            Depois que se começa o texto de maneira simples é mais fácil continuar o mesmo, use o método de “perguntar ao texto” e faça ligação entre os parágrafos para expor os fatos relacionados a problemática que foi apresentada no primeiro parágrafo, como em:
            (...) uma vez que o ato de ler faz parte do desenvolvimento do individuo.
            Com isso (ligação mais simples, outras foram citadas em outra postagem) o cenário no qual a criança cresce não abre espaço para reflexão. Isso (ligação) se inflama com críticos como Maria Helena Martins, a qual decorre em sua obra “O que é leitura” a importância de se existir referencial na leitura para que o leitor se envolva com a mesma, entretanto a mitificação do vestibular esqueletiza tal cenário, uma vez que o método pregado é o clássico “decoreba”.

            3 – Terceiro Parágrafo
            É um parágrafo opcional. Como assim? Simples, esse parágrafo deve expor mais sobre a opinião abordada no segundo, com novos exemplos sem abandonar a problemática, se você não possuir bagagem para fazê-lo pode pular para o quarto diretamente ou continuar decorrendo sobre o que foi dito no anterior. Exemplo:
            (...) “decoreba”.
            Adjacente a isso a criança cresce com convicção de que o vestibular é a única e grandiosa problemática de sua vida. Tal mentalidade enfraquece o pensamento crítico e a capacidade de refletir um texto e criar uma resenha com seus próprios pensamentos, dado que a mente dele está presa ao senso comum.

4 – Quarto parágrafo
            Esse parece simples, mas depende de você. Como assim? Você me pergunta de novo e eu respondo: Se você for muito convicto em sua opinião fique LONGE dessa parte, visto que ela se trata de expor o outro lado, embora isso não queira dizer que você concorde com ela sua convicção dirá “não, não fale disso, está errado” e você terá complicações para finalizar o mesmo.
            Breve exemplo:
            Urge-se também que o jovem se aliena sozinho. Isso advém dos incontáveis meios de comunicação que cegam o mesmo, visto que é mais fácil encontrar resumos da leitura na internet pelo seu tablet do que ler a obra completa, todavia isso não gesta o devido envolvimento com o texto, o qual o jovem deveria ter.
            Mantenha-se firme em sua opinião apenas no final.

5 – conclusão
            O maravilhoso final do texto, esse tem o dever de ser no mínimo chocante. Você precisa fazer um apanhado de todo seu texto, expor a problemática de maneira curta (muito curta) e dar uma solução, mesmo que utópica para o problema tente começar com um verbo no infinitivo, como “entender, reconhecer, reler, reafirmar, defender”
            Entender que o homem não é um coadjuvante do que se lê inflama a alienação leva a deduzir que o ato de ler não é dispensável na vida de nenhum homem. Portanto é crucial que o educador exercite nos estudantes interesse por não somente ler a obra, mas trazê-la para seu contexto de vida, tornando-o assim, reafirmando o pensamento de Freire, um sujeito do ato de ler.

Obrigado, dúvidas, lamúrias e lamentações nos comentários por favor (:

Exemplo #5


Olá pessoal, tudo bem? Estou aqui hoje para expor outra redação com o tema “8 de março – Celebrar ou contestar ?”
É oportuno apontar que paralelo à evolução existe uma resistência por parte do próprio evoluído. Esse cenário se robustece a medida que minorias recebem direitos iguais, entretanto isso dá lugar a relações dúbias, visto que as mulheres que conquistam espaço nos cenários sociais estão expostas a discriminação e perca de credibilidade na veiculação dos mesmos.
            Com isso surgem questionamentos quanto à existência desses direitos. Tal discurso se robustece com casos como o do goleiro Bruno ou o de Lindemberg, os quais levam a criticar o dia a mulher, o qual provém do desastre ocorrido em 1857, contudo mesmo após três séculos a mentalidade masculina permanece preconceituosa e limitada.
            Adjacente a isso o caso mais recente é o de Oscar Pistorius, o qual é acusado de assassinar sua namorada. Tal contexto concorre para a análise da comemoração do dia 8 de março, visto que a mulher continua alvo de exclusão, todavia a atmosfera feminina do século XXI, os quais se referem à luta pelos direitos da mulher, não preza por maiores melhorias.
            É imperioso refletir que o Brasil possui uma líder do sexo feminino, cenário o qual deve influenciar na credibilidade das mesmas. Entretanto tal situação acabar por piorar, dado que qualquer gafe cometida por Dilma gesta lugar para que a imprensa exponha comentários preconceituosos para justificar o deslize, o que robustece a realidade das poucas mudanças.
            Reconhecer que o cenário feminino ainda sofre por exclusão leva a crer que o dia da mulher não é para celebração. Portanto é crucial que existem manifestos, porém é crucial a conscientização por parte da formação do individuo, isto é, sem que os pais preconizem o machismo na vida de seus filhos.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Exemplo #4


Perdão leitores pela minha ausência estive ocupado com assuntos acadêmicos e tive uma visita nesse final de semana, mas estou de volta e cheio de conteúdo para passar, algum pedido? Escreva nos comentários, por favor! Aqui deixo um pequeno texto sobre consumismo, um tema simples por enquanto.
Entender o cenário midiático leva a crer que são veiculados discursos falaciosos a respeito de felicidade. Nesse sentido o homem é tentado a se abster de sua realização momentânea para obter bens futuros, uma vez que os desejos do mesmo se baseiam em conquistar direitos financeiros e relaciona-los com a realização.
            Adjacente a isso o homem vende seu corpo para buscar prosperidade financeira. Nessa linha de raciocínio o consumismo é a doença mais alarmante da sociedade contemporânea, visto que o meio midiático mitifica os produtos e com isso gesta desejo no consumidor, o qual se torna um fantoche desse meio. Portanto é substancial que existe conscientização para que tal cenário mude.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Dicas #3


Não se enganem leitores, por incontáveis vezes eu cometi o erro de pensar que toda informação que eu precisava estava na internet, por um lado isso está certo, entretanto é muito dúbia a qualidade das informações na web (se é que podem ser chamadas de informação), uma vez que é muito prezada a rapidez do dado e não a qualidade do mesmo. Adjacente a isso temos a banalização da produção de conteúdo, qualquer pessoa é produtora de conteúdo. Isso se deve a existência de artifícios como os smartphones, os quais disponibilizam um leque de possiblidades no meio da tecnologia.
Nesse sentido eu vos digo não se limite a uma fonte de informação, não pense que ver televisão é alienante, isso só ocorre quando não se possui senso critico, e você leitor vestibulando obviamente não é assim, estou certo?
Veja o jornal televisivo, leia o jornal impresso, leia as revistas. Feito isso sente na cadeira em frente ao computador e procure outras fontes referente aos assuntos de vosso interesse, busque outros pontos de vista, teorias da conspiração e tenha uma infinidade de informações e exemplos ligados a igualmente ilimitados temas, só assim você poderá ser um bom redator.

Exemplo #3


            Olá pessoal, tudo bem? Estou aqui hoje com um tema que me deparei nos jornais essa semana, a mitificação de algo ou alguém, me incomodei com esse tema quando vi todo um drama e matérias incontáveis em jornal impresso referentes ao ex-presidente (que pra mim é quase um ex-bbb) Lula ter feito uma comparação de sua pessoa com o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln. Nessa situação não pude deixar de notar o quanto os críticos atiraram pedras contra o Lula, uma vez que achavam que ele nunca seria tão heroico e imponente como o grandioso maravilhoso que lutou contra a escravidão, entretanto não duvido que o mesmo possa ser uma imagem construída, nesse ponto que nosso tema entra, será mesmo que devemos idolatrar tanto faces humanas?


            Há quem alegue que o planeta precisa de heróis e quem se opõe a aceitar tais imagens. A partir desse pressuposto surgem questionamentos quanto à grandiosidade dos ícones, dado que por incontáveis vezes idolatramos rostos e não atos como um todo, os quais partem de atitudes coletivas.
            Nesse sentido a mídia cria a imagem de imponência em pessoas comuns. Isso se comprova com marcos históricos como o de Tiradentes, D. Pedro I, princesa Isabel e até mesmo com o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln, visto que são nomes criados a prol de interesses maiores em suas respectivas épocas, contudo o advento de estudos traz opiniões que comprovam a falaciosidade desses ícones.
            Adjacente a isso é crucial ressaltar que não são apenas imagens históricas que são adoradas. Isso se deve a existência de marcas como os fast-food, a coca-cola, o Bombril, uma vez que esses nomes se tornam mitos dessa era sem que perceba-se. Esse cenário é alienante e gesta um publico consumista, tanto para imagens de produtos quanto para pessoas, visto que são objetos de desejo do povo.
            Urge-se também o quanto o presidente Lula fora oprimido quanto a sua comparação com Abraham Lincoln. Essa atmosfera comprova que idolatramos assiduamente ícones estrangeiros, dado que esse é também um mito da história dos EUA, porém é incoerente que a mídia veicule qualquer drama referente a um ex-presidente, o qual não tem mais poder de liderança algum perante a lei.
            Entender que mitos são criados por massas manipuladoras leva a crer , portanto que a busca pelo conhecimento é o escudo contra tal alienação, visto que tais artifícios da mídia só funcionam quando não se possui informação quanto ao fato apresentado.

domingo, 3 de março de 2013

Um apelo pessoal #1


Deixo logo claro que a Revolução Francesa é um dos pontos que mais me fascina na historia do mundo. Tal revolta mudou completamente o cenário dos homens, uma vez que todas as relações de poder seriam derrubadas e substituídas por outra, a qual seria democrática e perfeita, contudo a esfera que vivemos prova a falaciosidade desse discurso. É crucial ressaltar que as ideias eram promissoras, entretanto o homem é tão obstinado quanto a mudanças que sempre irá julgar tal método como uma inversão de valores.
Esse cenário se reflete em incontáveis temas históricos, como a abolição da escravatura, era “ridículo” deixar um negro ser livre, era como ferir uma tradição que sempre foi respeitada. Não indo muito longe, posso tratar de tal assunto hoje no que diz respeito a, ainda, pequena comunidade de jovens que buscam mudar o mundo, é ridículo um jovem deixar sua família, não se importar com dinheiro, ou em estudar em alguma universidade para ser um “doutor” com status e poder, inversão de valores total, certo?
Adjacente a isso é substancial validar que a mudança sempre trás melhorias, e ela deve partir do individuo em si. Entretanto é difícil alguém entender que houve mudança, visto que em nossa sociedade os atos pequenos, embora importantes, são muito despercebidos, é crucial que saibamos enxergar o mundo como um todo cheio de partes pequenas, com isso é mais fácil perceber a mudança.
Como assim? Simples. Se você percebe que a cidade está diferente, que tem pessoas novas na sua linha de convivência, nota comportamentos divergentes de seus amigos antes conhecidos como a palma da sua mão, parabéns, você está mudado. Tudo depende de um ponto de vista, nesse sentido se o seu consegue ver coisas diferentes conclui-se que você mudou. Busque mudança, tente se livrar de preconceitos e depois você entenderá por si só o que deve fazer para melhorar o mundo.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Exemplo #2

Olá pessoal, como vão? Essa semana fiz uma redação para uma amiga de um tema relacionado à opinião relacionada com intolerância. Dentre minhas análises da coletânea e assuntos gerais me deparei com exemplos notáveis, como em um momento que você expõe sua opinião contrária a dos outros protagonistas da conversa e eles entendem aquilo como uma ofensa, de maneira que você pretendesse derrubar o pensamento deles e impor seu discurso, esse é o ponto do tema, o homem abdica de pensamento crítico a fins de seguir o fluxo do seu meio, isso leva a discutir o ego do individuo, ou seja, ninguém gosta de ser contestado em uma conversa, dado isso será muito improvável que você exponha sua opinião em um dialogo, visto que não quer que alguém apresente uma melhor em seguida e você também se sinta ofendido, mesmo que a intenção nunca fosse impor uma mentalidade. Segue a redação:
            Todo discurso interpretado de maneira falaciosa gesta mazelas. Tal mentalidade se refere a opiniões antigas, as quais os pais impõem nas crianças, substrato disso são os jovens incapazes de expor visões diferentes do senso comum, atitude a qual comprometo social e academicamente o mesmo, dado que o meio veicula que é ofensivo discordar.
            Nessa ótica, a alienação é apenas parte das agruras que assolam a sociedade reprimida. Isso se reflete em discussões de âmbito religioso ou politico, nos quais a discordância é tratada como condenação da opinião alheia, situação a qual gesta casos como o da blogueira cuabana Yoani Sánchez, a qual luta contra a ditadura em seu país e foi reprimida por brasileiros intolerantes, isso leva a crer na riqueza do questionamento e a formação de ideias contrárias ao senso comum, entretanto se persistir a censura social tal foco não será exercitado.
            Urgem-se também discussões cotidianas, como comportamento no transito e até formação acadêmica. Nesse sentido o jovem precisa se informar e formar suas opiniões, visto que a repressão por parte da família gesta frustração no mesmo, o que se deve a ingresso universitário em um curso profissionalizante escolhido pelos pais.
            Adjacente a isso o ego humano se sente bem quando não é contrariado. Sabendo disso é improvável alguém expor opiniões divergentes, visto que não deseja que lhe ocorra o mesmo, portanto o egoísmo do homem é um dilema que fere a ele mesmo. Nessa linha de raciocínio vale ressaltar também como o questionamento levanta uma placa de “má pessoa” no emissor, uma vez que é julgado como alguém que está ali para corrigir e impor, da mesma maneira que a sociedade age nele.
            Entender as palavras de Voltaire, filosofo iluminista, leva a crer que uma opinião contrária não é uma ofensa ou uma imposição da mesma. Portanto é valido deixar o ego de lado e buscar compreender as ideias divergentes antes de expor questionamentos.

Ps: Como podem ver eu usei de uma opinião de senso comum quando citei a blogueira, uma vez que o “buraco é mais embaixo” , por isso lá vai mais uma dica: pesquise em diversas fontes, de atenção para jornais e alta e baixa credibilidade, escute teorias malucas da conspiração, mas saiba organizar seu pensamento em seguida, para que saiba o que colocar na redação.