terça-feira, 12 de março de 2013

Exemplo #5


Olá pessoal, tudo bem? Estou aqui hoje para expor outra redação com o tema “8 de março – Celebrar ou contestar ?”
É oportuno apontar que paralelo à evolução existe uma resistência por parte do próprio evoluído. Esse cenário se robustece a medida que minorias recebem direitos iguais, entretanto isso dá lugar a relações dúbias, visto que as mulheres que conquistam espaço nos cenários sociais estão expostas a discriminação e perca de credibilidade na veiculação dos mesmos.
            Com isso surgem questionamentos quanto à existência desses direitos. Tal discurso se robustece com casos como o do goleiro Bruno ou o de Lindemberg, os quais levam a criticar o dia a mulher, o qual provém do desastre ocorrido em 1857, contudo mesmo após três séculos a mentalidade masculina permanece preconceituosa e limitada.
            Adjacente a isso o caso mais recente é o de Oscar Pistorius, o qual é acusado de assassinar sua namorada. Tal contexto concorre para a análise da comemoração do dia 8 de março, visto que a mulher continua alvo de exclusão, todavia a atmosfera feminina do século XXI, os quais se referem à luta pelos direitos da mulher, não preza por maiores melhorias.
            É imperioso refletir que o Brasil possui uma líder do sexo feminino, cenário o qual deve influenciar na credibilidade das mesmas. Entretanto tal situação acabar por piorar, dado que qualquer gafe cometida por Dilma gesta lugar para que a imprensa exponha comentários preconceituosos para justificar o deslize, o que robustece a realidade das poucas mudanças.
            Reconhecer que o cenário feminino ainda sofre por exclusão leva a crer que o dia da mulher não é para celebração. Portanto é crucial que existem manifestos, porém é crucial a conscientização por parte da formação do individuo, isto é, sem que os pais preconizem o machismo na vida de seus filhos.

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