Olá
pessoal, tudo bem? Estou aqui hoje para expor outra redação com o tema “8 de
março – Celebrar ou contestar ?”
É
oportuno apontar que paralelo à evolução existe uma resistência por parte do
próprio evoluído. Esse cenário se robustece a medida que minorias recebem direitos
iguais, entretanto isso dá lugar a relações dúbias, visto que as mulheres que
conquistam espaço nos cenários sociais estão expostas a discriminação e perca
de credibilidade na veiculação dos mesmos.
Com isso surgem questionamentos
quanto à existência desses direitos. Tal discurso se robustece com casos como o
do goleiro Bruno ou o de Lindemberg, os quais levam a criticar o dia a mulher,
o qual provém do desastre ocorrido em 1857, contudo mesmo após três séculos a
mentalidade masculina permanece preconceituosa e limitada.
Adjacente a isso o caso mais recente
é o de Oscar Pistorius, o qual é acusado de assassinar sua namorada. Tal
contexto concorre para a análise da comemoração do dia 8 de março, visto que a
mulher continua alvo de exclusão, todavia a atmosfera feminina do século XXI, os
quais se referem à luta pelos direitos da mulher, não preza por maiores
melhorias.
É imperioso refletir que o Brasil
possui uma líder do sexo feminino, cenário o qual deve influenciar na
credibilidade das mesmas. Entretanto tal situação acabar por piorar, dado que
qualquer gafe cometida por Dilma gesta lugar para que a imprensa exponha
comentários preconceituosos para justificar o deslize, o que robustece a
realidade das poucas mudanças.
Reconhecer que o cenário feminino
ainda sofre por exclusão leva a crer que o dia da mulher não é para celebração.
Portanto é crucial que existem manifestos, porém é crucial a conscientização
por parte da formação do individuo, isto é, sem que os pais preconizem o
machismo na vida de seus filhos.
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