segunda-feira, 4 de março de 2013

Dicas #3


Não se enganem leitores, por incontáveis vezes eu cometi o erro de pensar que toda informação que eu precisava estava na internet, por um lado isso está certo, entretanto é muito dúbia a qualidade das informações na web (se é que podem ser chamadas de informação), uma vez que é muito prezada a rapidez do dado e não a qualidade do mesmo. Adjacente a isso temos a banalização da produção de conteúdo, qualquer pessoa é produtora de conteúdo. Isso se deve a existência de artifícios como os smartphones, os quais disponibilizam um leque de possiblidades no meio da tecnologia.
Nesse sentido eu vos digo não se limite a uma fonte de informação, não pense que ver televisão é alienante, isso só ocorre quando não se possui senso critico, e você leitor vestibulando obviamente não é assim, estou certo?
Veja o jornal televisivo, leia o jornal impresso, leia as revistas. Feito isso sente na cadeira em frente ao computador e procure outras fontes referente aos assuntos de vosso interesse, busque outros pontos de vista, teorias da conspiração e tenha uma infinidade de informações e exemplos ligados a igualmente ilimitados temas, só assim você poderá ser um bom redator.

Exemplo #3


            Olá pessoal, tudo bem? Estou aqui hoje com um tema que me deparei nos jornais essa semana, a mitificação de algo ou alguém, me incomodei com esse tema quando vi todo um drama e matérias incontáveis em jornal impresso referentes ao ex-presidente (que pra mim é quase um ex-bbb) Lula ter feito uma comparação de sua pessoa com o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln. Nessa situação não pude deixar de notar o quanto os críticos atiraram pedras contra o Lula, uma vez que achavam que ele nunca seria tão heroico e imponente como o grandioso maravilhoso que lutou contra a escravidão, entretanto não duvido que o mesmo possa ser uma imagem construída, nesse ponto que nosso tema entra, será mesmo que devemos idolatrar tanto faces humanas?


            Há quem alegue que o planeta precisa de heróis e quem se opõe a aceitar tais imagens. A partir desse pressuposto surgem questionamentos quanto à grandiosidade dos ícones, dado que por incontáveis vezes idolatramos rostos e não atos como um todo, os quais partem de atitudes coletivas.
            Nesse sentido a mídia cria a imagem de imponência em pessoas comuns. Isso se comprova com marcos históricos como o de Tiradentes, D. Pedro I, princesa Isabel e até mesmo com o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln, visto que são nomes criados a prol de interesses maiores em suas respectivas épocas, contudo o advento de estudos traz opiniões que comprovam a falaciosidade desses ícones.
            Adjacente a isso é crucial ressaltar que não são apenas imagens históricas que são adoradas. Isso se deve a existência de marcas como os fast-food, a coca-cola, o Bombril, uma vez que esses nomes se tornam mitos dessa era sem que perceba-se. Esse cenário é alienante e gesta um publico consumista, tanto para imagens de produtos quanto para pessoas, visto que são objetos de desejo do povo.
            Urge-se também o quanto o presidente Lula fora oprimido quanto a sua comparação com Abraham Lincoln. Essa atmosfera comprova que idolatramos assiduamente ícones estrangeiros, dado que esse é também um mito da história dos EUA, porém é incoerente que a mídia veicule qualquer drama referente a um ex-presidente, o qual não tem mais poder de liderança algum perante a lei.
            Entender que mitos são criados por massas manipuladoras leva a crer , portanto que a busca pelo conhecimento é o escudo contra tal alienação, visto que tais artifícios da mídia só funcionam quando não se possui informação quanto ao fato apresentado.

domingo, 3 de março de 2013

Um apelo pessoal #1


Deixo logo claro que a Revolução Francesa é um dos pontos que mais me fascina na historia do mundo. Tal revolta mudou completamente o cenário dos homens, uma vez que todas as relações de poder seriam derrubadas e substituídas por outra, a qual seria democrática e perfeita, contudo a esfera que vivemos prova a falaciosidade desse discurso. É crucial ressaltar que as ideias eram promissoras, entretanto o homem é tão obstinado quanto a mudanças que sempre irá julgar tal método como uma inversão de valores.
Esse cenário se reflete em incontáveis temas históricos, como a abolição da escravatura, era “ridículo” deixar um negro ser livre, era como ferir uma tradição que sempre foi respeitada. Não indo muito longe, posso tratar de tal assunto hoje no que diz respeito a, ainda, pequena comunidade de jovens que buscam mudar o mundo, é ridículo um jovem deixar sua família, não se importar com dinheiro, ou em estudar em alguma universidade para ser um “doutor” com status e poder, inversão de valores total, certo?
Adjacente a isso é substancial validar que a mudança sempre trás melhorias, e ela deve partir do individuo em si. Entretanto é difícil alguém entender que houve mudança, visto que em nossa sociedade os atos pequenos, embora importantes, são muito despercebidos, é crucial que saibamos enxergar o mundo como um todo cheio de partes pequenas, com isso é mais fácil perceber a mudança.
Como assim? Simples. Se você percebe que a cidade está diferente, que tem pessoas novas na sua linha de convivência, nota comportamentos divergentes de seus amigos antes conhecidos como a palma da sua mão, parabéns, você está mudado. Tudo depende de um ponto de vista, nesse sentido se o seu consegue ver coisas diferentes conclui-se que você mudou. Busque mudança, tente se livrar de preconceitos e depois você entenderá por si só o que deve fazer para melhorar o mundo.