sexta-feira, 1 de março de 2013

Exemplo #2

Olá pessoal, como vão? Essa semana fiz uma redação para uma amiga de um tema relacionado à opinião relacionada com intolerância. Dentre minhas análises da coletânea e assuntos gerais me deparei com exemplos notáveis, como em um momento que você expõe sua opinião contrária a dos outros protagonistas da conversa e eles entendem aquilo como uma ofensa, de maneira que você pretendesse derrubar o pensamento deles e impor seu discurso, esse é o ponto do tema, o homem abdica de pensamento crítico a fins de seguir o fluxo do seu meio, isso leva a discutir o ego do individuo, ou seja, ninguém gosta de ser contestado em uma conversa, dado isso será muito improvável que você exponha sua opinião em um dialogo, visto que não quer que alguém apresente uma melhor em seguida e você também se sinta ofendido, mesmo que a intenção nunca fosse impor uma mentalidade. Segue a redação:
            Todo discurso interpretado de maneira falaciosa gesta mazelas. Tal mentalidade se refere a opiniões antigas, as quais os pais impõem nas crianças, substrato disso são os jovens incapazes de expor visões diferentes do senso comum, atitude a qual comprometo social e academicamente o mesmo, dado que o meio veicula que é ofensivo discordar.
            Nessa ótica, a alienação é apenas parte das agruras que assolam a sociedade reprimida. Isso se reflete em discussões de âmbito religioso ou politico, nos quais a discordância é tratada como condenação da opinião alheia, situação a qual gesta casos como o da blogueira cuabana Yoani Sánchez, a qual luta contra a ditadura em seu país e foi reprimida por brasileiros intolerantes, isso leva a crer na riqueza do questionamento e a formação de ideias contrárias ao senso comum, entretanto se persistir a censura social tal foco não será exercitado.
            Urgem-se também discussões cotidianas, como comportamento no transito e até formação acadêmica. Nesse sentido o jovem precisa se informar e formar suas opiniões, visto que a repressão por parte da família gesta frustração no mesmo, o que se deve a ingresso universitário em um curso profissionalizante escolhido pelos pais.
            Adjacente a isso o ego humano se sente bem quando não é contrariado. Sabendo disso é improvável alguém expor opiniões divergentes, visto que não deseja que lhe ocorra o mesmo, portanto o egoísmo do homem é um dilema que fere a ele mesmo. Nessa linha de raciocínio vale ressaltar também como o questionamento levanta uma placa de “má pessoa” no emissor, uma vez que é julgado como alguém que está ali para corrigir e impor, da mesma maneira que a sociedade age nele.
            Entender as palavras de Voltaire, filosofo iluminista, leva a crer que uma opinião contrária não é uma ofensa ou uma imposição da mesma. Portanto é valido deixar o ego de lado e buscar compreender as ideias divergentes antes de expor questionamentos.

Ps: Como podem ver eu usei de uma opinião de senso comum quando citei a blogueira, uma vez que o “buraco é mais embaixo” , por isso lá vai mais uma dica: pesquise em diversas fontes, de atenção para jornais e alta e baixa credibilidade, escute teorias malucas da conspiração, mas saiba organizar seu pensamento em seguida, para que saiba o que colocar na redação.

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